Um jornalista brasileiro resolve fazer uma matéria sobre o sistema penal em outros países. Em visita a Cracóvia, o jornalista entrevista Manueloviski, diretor do presídio local. Nisso, são ouvidos gritos de um canto da cadeia. O jornalista assustado pergunta:
- Nossa. Por que esses gritos?
- Estamos a executaire um condenado na cadeira elétrica, pois, pois.
- Mas não é cadeira elétrica?
- Sim, oras. Mas como falta energia estamos a executaire a pena com uma vela!
sábado, 28 de março de 2009
Kiss - Because i am a Girl
Esse video eu conheço a bastante tempo. Acho que o assisti pela primeira vez em 2004.
Mas o efeito que ele causa nas pessoas não mudou desde lá. O final é surpreendente. Vale muito a pena assistir.
Até onde você iria por amor?
Você, que acabou de assistir pela primeira vez, o que achou?
Mas o efeito que ele causa nas pessoas não mudou desde lá. O final é surpreendente. Vale muito a pena assistir.
Até onde você iria por amor?
Você, que acabou de assistir pela primeira vez, o que achou?
sexta-feira, 27 de março de 2009
O vencedor
Num restaurante muito chique:
- Garçom, por favor. Deve estar havendo algum equívoco. Está faltando uma garra neste caranguejo.
- Não é isso meu senhor. Lá no fundo do mar, no curso da eterna luta pela sobrevivência, sucede que, às vezes, dois caranguejos lutam pela mesma fêmea e o resultado é que o perdedor pode ficar sem uma de suas pinças.
- Ah, é? Muito bem, então me traz o que ganhou a briga!
- Garçom, por favor. Deve estar havendo algum equívoco. Está faltando uma garra neste caranguejo.
- Não é isso meu senhor. Lá no fundo do mar, no curso da eterna luta pela sobrevivência, sucede que, às vezes, dois caranguejos lutam pela mesma fêmea e o resultado é que o perdedor pode ficar sem uma de suas pinças.
- Ah, é? Muito bem, então me traz o que ganhou a briga!
quinta-feira, 26 de março de 2009
O advogado
Uma instituição de caridade nunca tinha recebido uma doação de um dos advogados mais ricos da cidade. O diretor da instituição decidiu então, ele mesmo, ir falar com o advogado:
- Nossos registros mostram que o senhor ganha mais de R$ 300.000 por ano e assim mesmo o senhor nunca fez uma pequena doação para nossa caridade. O senhor gostaria de contribuir agora?
Nisso, o advogado friamente responde:
- A sua pesquisa apurou que minha mãe está muito doente e que as contas médicas são muito superiores a renda anual dela?
- Ah, não! - Murmurou o diretor.
- Ou, que meu irmão além de cego está desempregado?
O diretor nem se atreveu a abrir a boca.
- Ou, que o marido da minha irmã morreu num acidente e a deixou sem um tostão e com 5 filhos menores para criar?
O diretor já sentindo-se humilhado falou:
- Desculpe-me, eu não tinha a menor idéia de tudo isso.
- Então, se eu não dou um tostão para eles, porque iria dar para vocês?
- Nossos registros mostram que o senhor ganha mais de R$ 300.000 por ano e assim mesmo o senhor nunca fez uma pequena doação para nossa caridade. O senhor gostaria de contribuir agora?
Nisso, o advogado friamente responde:
- A sua pesquisa apurou que minha mãe está muito doente e que as contas médicas são muito superiores a renda anual dela?
- Ah, não! - Murmurou o diretor.
- Ou, que meu irmão além de cego está desempregado?
O diretor nem se atreveu a abrir a boca.
- Ou, que o marido da minha irmã morreu num acidente e a deixou sem um tostão e com 5 filhos menores para criar?
O diretor já sentindo-se humilhado falou:
- Desculpe-me, eu não tinha a menor idéia de tudo isso.
- Então, se eu não dou um tostão para eles, porque iria dar para vocês?
quarta-feira, 25 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
Zé Silva na feira de vinhos
Zé Silva, 43 anos, matuto, porteiro de um prédio chique na Zona Sul do Rio de Janeiro. Conhecido como cachaceiro, porém um profissional exemplar. Ganhou um convite de um morador do prédio para um festival de vinho na cidade. Zé não ia perder a oportunidade de beber de graça e foi.
Chegando lá, viu um standing e logo entrou nele. Sentou numa cadeira de frente a um balcão e logo foi servido com uma taça de vinho. Ao seu lado, um desses caras provadores de vinhos.
- Hum...
- Hummm...
- Humrumm...
- Eca.
- Eca? Quem falou Eca?
- Fui eu, ô meu. Cê num acha que esse vinho tá com um gostão estranho?
- Que é isso! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas.
- Eita! Você cheirou isso tudo aí no copo, meu?
- Claro. Sou enólogo laureado. E o senhor?
- Eu não, seu besta! Sou isso não senhor... Mas que isso aqui tá me cheirando a minha cadelinha Gertrudes depois da chuva, tá.
- Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!
- O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor está gripado?
- Isso são técnicas internacionais de degustação, entende?
- Entendo. Lá no bar do Tiramãodaí a gente também tem umas manias esquisitas.
- Ah, é? Os senhores também praticam degustação?
- Não, só engolição. A gente olha bem a marvada, assim contra o sol, que é pra ver se num tem barata dentro, depois joga um tiquim pro santo e manda ver! A bicha desce que só vendo! Sai carrascando tudo, bate lá no bucho e sobe que nem rojão na festa da Trindade. Com meia dúzia, o pessoal já tá avançando nas saias das comadres que é um desassossego. Às veiz sai tapa.
- Disgusting!
- Icha, um desgosto danado! Já teve casamento desmanchado...
- Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e então...
- E então molhar o biscoito, né? Tô fora, seu fruta adamascada.
- O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no...
- Mas num vai introduzir mais é nem! Desafasta!
- Calma. O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens...
- Eu sabia que tinha francês nessa história...
- O senhor poderia começar com um Beaujolais.
- Num beijo lé, nem beijo lá. Eu só é homem!
- Então, que tal um mais encorpado?
- Óia, num brinca!
- Ou então, um suave, fresco.
- Seu moço, o senhor tá brincando com fogo.
- Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar.
- Num vou não. Num é questão de tamanho e firmeza. Meu negócio é outro.
- Então um aveludado e escorregadio.
- E que tal a mão no pédouvido?
- Ou um duro e macio?
- E um tapão nas ventas?
- Mole e redondo, com bouquet forte?
- Agora o senhor pulou o corguinho... Não corre não! Eu te arrebento, seu brocha fedorento!
Chegando lá, viu um standing e logo entrou nele. Sentou numa cadeira de frente a um balcão e logo foi servido com uma taça de vinho. Ao seu lado, um desses caras provadores de vinhos.
- Hum...
- Hummm...
- Humrumm...
- Eca.
- Eca? Quem falou Eca?
- Fui eu, ô meu. Cê num acha que esse vinho tá com um gostão estranho?
- Que é isso! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas de lembranças tropicais atávicas.
- Eita! Você cheirou isso tudo aí no copo, meu?
- Claro. Sou enólogo laureado. E o senhor?
- Eu não, seu besta! Sou isso não senhor... Mas que isso aqui tá me cheirando a minha cadelinha Gertrudes depois da chuva, tá.
- Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!
- O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor está gripado?
- Isso são técnicas internacionais de degustação, entende?
- Entendo. Lá no bar do Tiramãodaí a gente também tem umas manias esquisitas.
- Ah, é? Os senhores também praticam degustação?
- Não, só engolição. A gente olha bem a marvada, assim contra o sol, que é pra ver se num tem barata dentro, depois joga um tiquim pro santo e manda ver! A bicha desce que só vendo! Sai carrascando tudo, bate lá no bucho e sobe que nem rojão na festa da Trindade. Com meia dúzia, o pessoal já tá avançando nas saias das comadres que é um desassossego. Às veiz sai tapa.
- Disgusting!
- Icha, um desgosto danado! Já teve casamento desmanchado...
- Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e então...
- E então molhar o biscoito, né? Tô fora, seu fruta adamascada.
- O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no...
- Mas num vai introduzir mais é nem! Desafasta!
- Calma. O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens...
- Eu sabia que tinha francês nessa história...
- O senhor poderia começar com um Beaujolais.
- Num beijo lé, nem beijo lá. Eu só é homem!
- Então, que tal um mais encorpado?
- Óia, num brinca!
- Ou então, um suave, fresco.
- Seu moço, o senhor tá brincando com fogo.
- Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar.
- Num vou não. Num é questão de tamanho e firmeza. Meu negócio é outro.
- Então um aveludado e escorregadio.
- E que tal a mão no pédouvido?
- Ou um duro e macio?
- E um tapão nas ventas?
- Mole e redondo, com bouquet forte?
- Agora o senhor pulou o corguinho... Não corre não! Eu te arrebento, seu brocha fedorento!
segunda-feira, 23 de março de 2009
Constatações do final de semana
A AMIZADE VERDADEIRA É COMO UMA BUNDA: NENHUMA "M" QUE PASSA NO MEIO SEPARA!
domingo, 22 de março de 2009
Bola cheia duplo!
Se isso que aconteceu com esse goleiro me fosse contado, eu não acreditaria.
Ainda bem que as pessoas hoje em dia filmam tudo em todo lugar.
Ainda bem que as pessoas hoje em dia filmam tudo em todo lugar.
Aumentando a audiência feminina
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