sábado, 17 de janeiro de 2009
Lembrancinha
Charles era um sujeito muito brincalhão. Certo dia a sua esposa estava indo para a Inglaterra, em uma viagem de negócios e lhe perguntou:
— Você quer que eu traga uma lembrancinha?
— Ah, eu quero! — respondeu ele, em tom de brincadeira — Me traz uma inglesinha!
A esposa, como sempre, não disse nada e embarcou para Londres. Um mês depois, ela volta e o marido dá as boas-vindas:
— Oi querida! Como foi de viagem? E a minha lembrança, você trouxe?
— Ah, a inglesinha?
O marido acena com a cabeça, animado.
— Bem, eu fiz o que pude! Agora vamos ver se nasce menina!
— Você quer que eu traga uma lembrancinha?
— Ah, eu quero! — respondeu ele, em tom de brincadeira — Me traz uma inglesinha!
A esposa, como sempre, não disse nada e embarcou para Londres. Um mês depois, ela volta e o marido dá as boas-vindas:
— Oi querida! Como foi de viagem? E a minha lembrança, você trouxe?
— Ah, a inglesinha?
O marido acena com a cabeça, animado.
— Bem, eu fiz o que pude! Agora vamos ver se nasce menina!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
O brasileiro e o cubano
Um brasileiro e um cubano se encontram e levam um papo. O cubano pergunta ao brasileiro:
- Você é católico?
O brasileiro responde:
- Eu acredito, mas não pratico! E você é comunista?
- Eu pratico, mas não acredito!
Piada em homenagem ao leitor Felipe Maloc.
- Você é católico?
O brasileiro responde:
- Eu acredito, mas não pratico! E você é comunista?
- Eu pratico, mas não acredito!
Piada em homenagem ao leitor Felipe Maloc.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
História pra contar aos netos
Eu já recebi esse texto por e-mail, já ví em sites, já me contaram... Ou seja, está em todo lugar.
O autor, se passar por aqui, indique seu nome e site aonde estiver postado pela primeira vez, que daremos os créditos.
Favor informar pelo e-mail pagueimico@hotmail.com
"A última vez que precisei usar os meus poderes de X-men, quer dizer, de ator, foi no 31 de dezembro. Faltava mais ou menos uma hora para os fogos. Eu passei na casa da minha mãe pra me despedir, desejar feliz ano novo e tal. Nessa época, ela morava na rua Miguel de Frias.
A rua tem um nome que era o prenúncio do que estava por vir… FRIAS!
Não tinha onde parar, obviamente e eu rodei até que milagre: achei uma vaga! Era super-híper apertada, mas eu enfiei meu corsa ali. Desliguei o carro e já ia saindo quando surge correndo, com a mão esticada na minha direção um NEGÃO.
O negão era tão negão, tão grande, que só escrevendo assim, em caixa alta.
- É dez reáu!
- …
- Ô patrão! É dez reáu!
- Ok, na volta a gente vê. - tática de engabelamento do flanelinha. Página 66 do manual de sobrevivÊncia na cidade grande. Parágrafo dois item um:
“Não tendo outro jeito diga ao flanelinha que você vai pagar na volta. E ao voltar, diga que já pagou a um outro com a camisa do flamengo. Sempre vai ter um puto com a camisa do flamengo. Ele vai sair na porrada com algum outro cara e você sai vazado sem pagar a extorsão.”
- Não, não. Na volta não, patrão. Paga agora ou não pára!
-Quê? - Nessa hora a Nívea já começa a apertar suavemente meu braço. Pelo apertão eu sinto que ela quer dizer em código: Fudeu. Pága, pága! E eu começo a discutir: - Vou pagar na volta PORRA! - o porra foi assim mesmo, mais alto pra ressalttar meu aspecto agressivo. Pra enfeitar a ação, eu jogo a Nivea delicadamente para trás de mim, como convém um macho homo sapiens.
Deu certo. Começou a parar gente pra ver. Mas o NEGÂO não se intimidou, fato este que ME intimidou:
- Vai pagar ou eu vou TIRAR O CARRO!- Quando ele falou isso eu senti um: ” WAZZAAAAAAAP!” Era o meu neurônio do stress acordando de suas férias. Acordou e jogou dois litros de adrenalina no meu sangue.
- Tira aí pra eu ver, feladaputa! - Eu gritando. A nivea com dois olhões do tamanho de um prato.
- O negão não teve reação. Veio com o peito estufado pra cima de mim. Senti um clima “porrada” no ar. O povo em volta. Eu dou uma rápida olhada em volta e vejo gente com garrafa de champanhe, mulheres com flores, coroa com a cadeira de praia. Percebo que o sangue não vai ficar bonito na minha roupa branquinha… E todo mundo meio que na indecisão se valhia a pena parar pra ver a porrada iminente entre o nerd e o HOLLYFIELD ou era melhor ir logo arrumar lugar pra ver os fogos.
Na falta de uma atitude de macho, conveniente numa hora dessas, você deve apelar para o parágrafo três do capítulo “COMBATE SOCIAL” do manual que diz:
“Na hipótese de estar desarmado e em franca desvantagem, apele para perguntar ou afirmar perguntando, se seu oponente sabe ou tem alguma idéia com quem está falando. Numa sociedade violenta e corrupta, ser amigo dos caras que matam ou dos que mandam prender, ou melhor, dos dois, é seu trunfo pessoal. Se não funcionar, corra.”
Eu meto o dedo no peito do negão. Olhando para cima em 45 graus vejo olhos amarelos injetados, como os do T-Rex de Jurassic Park. O negão tem no barato dois metros de altura por 1,5 de largura. É uma versão nacional do Mike Tyson anabolizado.
- Você sabe com quem que cê tá falando ô PALHAÇO? ( acentue o finalzinho de modo que quem está do outro lado da rua escute e venha correndo pra ver. Também indica que você não tá com medo. Curiosamente, quanto mais medo você tem, mais alto é o finalzinho que você solta. Mas cuidado pro cagaço não transparecer, dixando um vibrato na sua voz. Se vc der sorte, será um meganha que vai vir ver o que tá pegando e tudo se resolverá na lei.
- NÂO! E você? Você sabe? - Disse ele decidido. Eu já sentindo a porrada. A Nivea nesse tempo todo ficou falando alguma coisa que não entrou na minha cabeça pois todo os meus neurônios estavam carregando protocolos de combate, lutas e obviamente, fuga.
Eu lembro que pensei comigo mesmo: ”Tô falando com um assassino, marginal, traficante…” Mas rapidamente chegou uma idéia boa e:
- Não sei não, mas acho bom você também não saber com quem você tá falando. - Falei rápido e alto de modo que ele não tivesse tempo de responder. Eu meto a mão no celular. O negão dá dois passos pra trás achando que eu ia sacar um ferro. (revólver) Ouvi um certo ruído da platéia. Os dois passos para trás do negão foram o elemento base no jogo de expressão corporal que sinalizava um detalhe. O negão se cagou. Por um segundo, mas se cagou. Era minha chance de crescer na cena:
Eu saco o celular e finjo discar alguma coisa. O negão um pouco distante, hesitante entre me enfiar a porrada e correr, pisa levemente para trás. Os olhos fixos em mim. Eu nele. O povo atento.
- …Sete, sete meia… - (Ao fingir digitar, comente em tom mais baixo os números finais, que dá mais credibilidade ao fato de ligar para alguém.)
-… - (Espere um pouco. Quase ninguém atende de primeira. Isso também é legal porque dá uma certa aparência de suspense. Todo mundo fica ligadão esperando pra ver a merda se avolumar. Sobretudo o carioca. Carioca adora ver merda se avolumar, aí depois corre).
Alô?! ALÔ, HARAKIRI! HARAKIRI… O NEGÓCIO É O SEGUINTE! CHAMA A GALERA! PEGA TODO MUNDO E VEM AQUI PRA MIGUEL DE FRIAS! VEM QUENTE! ISSO. COM O BERRO! VEM AGORA? È. VEM COM A CAMINHONETE. MAS TRAZ TODO MUNDO QUE O BICHO VAI PEGAR! TEM UM CRIOULO AQUI… - Nesse momento o negão correu empurrando umas pessoas da “rodinha da porrada”. A Nivea com aquele olhar de “quem é Harakiri?”
Hehehe, nem faço idéia, mas imagino que um traficante muito do malvado pudesse ter um apelido assim. (Pra quem não sabe, Harakiri é um dos mais intrigantes e fascinantes aspectos do código de honra do samurai: consiste na obrigação ou dever do samurai de suicidar-se em determinadas situações, ou quando julga ter perdido a sua honra. Significa literalmente “corte estomacal”. Esse suicídio ritual também é chamado de seppuku.)ou então um policial civil da tropa de elite. Daqueles que vem com uma ponto cinquenta pra resolver briga de trânsito.
Não me pergunte como eu tenho idéias assim bem na hora da merda. Isso simplesmente acontece. Mas a história não acabou:
O negão correu, correu bonito, e em seguida um outro negão lá do outro lado da rua gritou:
- Aí, seu problema é com ele ali hein? Eu não tenho nada a ver com isso aí não! - Vi na hora que minha atuação fora digna de pelo menos um Kikito. Mais do que apenas o negão havia se cagado. A rua estava a espera de um furacão de morte chamado Harakiri. Era o fim dos tempos. A hecatombe social. O PCC! E eu não poderia deixar barato, berrei:
- FODA-SE! VOU PASSAR O RODO EM TODO MUNDO! NÂO QUERO NEM SABER!. - Antes da palavra “saber” o maluco também correu.
Entrei no carro e fui parar em outro lugar, afinal esses flanelinhas praticantes de extorsão são cobras malditas. Pra voltar e arranhar meu corsa 96 não custa. Parei em outra vaga e fui andando de volta,. Ao chegar no lugar do meu entrevero com o negão, a rua tava coalhada de policial. Eram muitos… Deviam ser uns trinta. Todos olhando em volta, como se procurassem alguma coisa, ou alguém. Deviam estar procurando o Harakiri."
UPDATE: Esse texto foi originalmente retirado do MUNDO GUMP, e graças a Daniela Alvarenga, nos comentários, pude conhecer esse blog show de bola.
Link para o texto original com partes extras que não estão aqui >> CLIQUE AQUI
O autor, se passar por aqui, indique seu nome e site aonde estiver postado pela primeira vez, que daremos os créditos.
Favor informar pelo e-mail pagueimico@hotmail.com
"A última vez que precisei usar os meus poderes de X-men, quer dizer, de ator, foi no 31 de dezembro. Faltava mais ou menos uma hora para os fogos. Eu passei na casa da minha mãe pra me despedir, desejar feliz ano novo e tal. Nessa época, ela morava na rua Miguel de Frias.
A rua tem um nome que era o prenúncio do que estava por vir… FRIAS!
Não tinha onde parar, obviamente e eu rodei até que milagre: achei uma vaga! Era super-híper apertada, mas eu enfiei meu corsa ali. Desliguei o carro e já ia saindo quando surge correndo, com a mão esticada na minha direção um NEGÃO.
O negão era tão negão, tão grande, que só escrevendo assim, em caixa alta.
- É dez reáu!
- …
- Ô patrão! É dez reáu!
- Ok, na volta a gente vê. - tática de engabelamento do flanelinha. Página 66 do manual de sobrevivÊncia na cidade grande. Parágrafo dois item um:
“Não tendo outro jeito diga ao flanelinha que você vai pagar na volta. E ao voltar, diga que já pagou a um outro com a camisa do flamengo. Sempre vai ter um puto com a camisa do flamengo. Ele vai sair na porrada com algum outro cara e você sai vazado sem pagar a extorsão.”
- Não, não. Na volta não, patrão. Paga agora ou não pára!
-Quê? - Nessa hora a Nívea já começa a apertar suavemente meu braço. Pelo apertão eu sinto que ela quer dizer em código: Fudeu. Pága, pága! E eu começo a discutir: - Vou pagar na volta PORRA! - o porra foi assim mesmo, mais alto pra ressalttar meu aspecto agressivo. Pra enfeitar a ação, eu jogo a Nivea delicadamente para trás de mim, como convém um macho homo sapiens.
Deu certo. Começou a parar gente pra ver. Mas o NEGÂO não se intimidou, fato este que ME intimidou:
- Vai pagar ou eu vou TIRAR O CARRO!- Quando ele falou isso eu senti um: ” WAZZAAAAAAAP!” Era o meu neurônio do stress acordando de suas férias. Acordou e jogou dois litros de adrenalina no meu sangue.
- Tira aí pra eu ver, feladaputa! - Eu gritando. A nivea com dois olhões do tamanho de um prato.
- O negão não teve reação. Veio com o peito estufado pra cima de mim. Senti um clima “porrada” no ar. O povo em volta. Eu dou uma rápida olhada em volta e vejo gente com garrafa de champanhe, mulheres com flores, coroa com a cadeira de praia. Percebo que o sangue não vai ficar bonito na minha roupa branquinha… E todo mundo meio que na indecisão se valhia a pena parar pra ver a porrada iminente entre o nerd e o HOLLYFIELD ou era melhor ir logo arrumar lugar pra ver os fogos.
Na falta de uma atitude de macho, conveniente numa hora dessas, você deve apelar para o parágrafo três do capítulo “COMBATE SOCIAL” do manual que diz:
“Na hipótese de estar desarmado e em franca desvantagem, apele para perguntar ou afirmar perguntando, se seu oponente sabe ou tem alguma idéia com quem está falando. Numa sociedade violenta e corrupta, ser amigo dos caras que matam ou dos que mandam prender, ou melhor, dos dois, é seu trunfo pessoal. Se não funcionar, corra.”
Eu meto o dedo no peito do negão. Olhando para cima em 45 graus vejo olhos amarelos injetados, como os do T-Rex de Jurassic Park. O negão tem no barato dois metros de altura por 1,5 de largura. É uma versão nacional do Mike Tyson anabolizado.
- Você sabe com quem que cê tá falando ô PALHAÇO? ( acentue o finalzinho de modo que quem está do outro lado da rua escute e venha correndo pra ver. Também indica que você não tá com medo. Curiosamente, quanto mais medo você tem, mais alto é o finalzinho que você solta. Mas cuidado pro cagaço não transparecer, dixando um vibrato na sua voz. Se vc der sorte, será um meganha que vai vir ver o que tá pegando e tudo se resolverá na lei.
- NÂO! E você? Você sabe? - Disse ele decidido. Eu já sentindo a porrada. A Nivea nesse tempo todo ficou falando alguma coisa que não entrou na minha cabeça pois todo os meus neurônios estavam carregando protocolos de combate, lutas e obviamente, fuga.
Eu lembro que pensei comigo mesmo: ”Tô falando com um assassino, marginal, traficante…” Mas rapidamente chegou uma idéia boa e:
- Não sei não, mas acho bom você também não saber com quem você tá falando. - Falei rápido e alto de modo que ele não tivesse tempo de responder. Eu meto a mão no celular. O negão dá dois passos pra trás achando que eu ia sacar um ferro. (revólver) Ouvi um certo ruído da platéia. Os dois passos para trás do negão foram o elemento base no jogo de expressão corporal que sinalizava um detalhe. O negão se cagou. Por um segundo, mas se cagou. Era minha chance de crescer na cena:
Eu saco o celular e finjo discar alguma coisa. O negão um pouco distante, hesitante entre me enfiar a porrada e correr, pisa levemente para trás. Os olhos fixos em mim. Eu nele. O povo atento.
- …Sete, sete meia… - (Ao fingir digitar, comente em tom mais baixo os números finais, que dá mais credibilidade ao fato de ligar para alguém.)
-… - (Espere um pouco. Quase ninguém atende de primeira. Isso também é legal porque dá uma certa aparência de suspense. Todo mundo fica ligadão esperando pra ver a merda se avolumar. Sobretudo o carioca. Carioca adora ver merda se avolumar, aí depois corre).
Alô?! ALÔ, HARAKIRI! HARAKIRI… O NEGÓCIO É O SEGUINTE! CHAMA A GALERA! PEGA TODO MUNDO E VEM AQUI PRA MIGUEL DE FRIAS! VEM QUENTE! ISSO. COM O BERRO! VEM AGORA? È. VEM COM A CAMINHONETE. MAS TRAZ TODO MUNDO QUE O BICHO VAI PEGAR! TEM UM CRIOULO AQUI… - Nesse momento o negão correu empurrando umas pessoas da “rodinha da porrada”. A Nivea com aquele olhar de “quem é Harakiri?”
Hehehe, nem faço idéia, mas imagino que um traficante muito do malvado pudesse ter um apelido assim. (Pra quem não sabe, Harakiri é um dos mais intrigantes e fascinantes aspectos do código de honra do samurai: consiste na obrigação ou dever do samurai de suicidar-se em determinadas situações, ou quando julga ter perdido a sua honra. Significa literalmente “corte estomacal”. Esse suicídio ritual também é chamado de seppuku.)ou então um policial civil da tropa de elite. Daqueles que vem com uma ponto cinquenta pra resolver briga de trânsito.
Não me pergunte como eu tenho idéias assim bem na hora da merda. Isso simplesmente acontece. Mas a história não acabou:
O negão correu, correu bonito, e em seguida um outro negão lá do outro lado da rua gritou:
- Aí, seu problema é com ele ali hein? Eu não tenho nada a ver com isso aí não! - Vi na hora que minha atuação fora digna de pelo menos um Kikito. Mais do que apenas o negão havia se cagado. A rua estava a espera de um furacão de morte chamado Harakiri. Era o fim dos tempos. A hecatombe social. O PCC! E eu não poderia deixar barato, berrei:
- FODA-SE! VOU PASSAR O RODO EM TODO MUNDO! NÂO QUERO NEM SABER!. - Antes da palavra “saber” o maluco também correu.
Entrei no carro e fui parar em outro lugar, afinal esses flanelinhas praticantes de extorsão são cobras malditas. Pra voltar e arranhar meu corsa 96 não custa. Parei em outra vaga e fui andando de volta,. Ao chegar no lugar do meu entrevero com o negão, a rua tava coalhada de policial. Eram muitos… Deviam ser uns trinta. Todos olhando em volta, como se procurassem alguma coisa, ou alguém. Deviam estar procurando o Harakiri."
UPDATE: Esse texto foi originalmente retirado do MUNDO GUMP, e graças a Daniela Alvarenga, nos comentários, pude conhecer esse blog show de bola.
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Tema de abertura de Yamato
Se você lembra desse desenho japonês que passava na extinta Rede Manchete, vai se arrepiar agora.
YAAAAMAAAATOOOOOOOOOOOOOOO!!!
YAAAAMAAAATOOOOOOOOOOOOOOO!!!
Joguinho viciante
Faz tempo que não postamos um game on-line pra acabar de vez com a produtividade do seu dia.

Eu cheguei até aqui. Bata meu recorde e mande a printscreen.

CLIQUE AQUI PARA JOGAR!
Dica do leitor Markin.
Eu cheguei até aqui. Bata meu recorde e mande a printscreen.
Dica do leitor Markin.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Ele não é o pai!
Teste de DNA prova que o pai não era o pai.
Mas olha a reação do cara quando sabe da verdade...
Enviado pelo leitor Cristiano Zoucas.
Mas olha a reação do cara quando sabe da verdade...
Enviado pelo leitor Cristiano Zoucas.
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Terça da chupada
Top 5 das músicas escrotas da MPB
As espertinhas
Maísa
Um dia de vagina
A mais pura verdade
Isso sim
Quer ter um link seu na próxima Terça da Chupada? Entre na nossa comunidade do orkut e deixe sua sugestão.
OBS: Só entram na seção os parceiros que tem nosso BANNER na página principal. Sejam bonzinhos e coloquem nosso banner lá.
As espertinhas
Maísa
Um dia de vagina
A mais pura verdade
Isso sim
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
domingo, 11 de janeiro de 2009
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